Presente desde o início do cristianismo, esta devoção foi oficialmente reconhecida em 656, no Concílio de Toledo. Na França existe o santuário mais antigo a ela dedicado, construído no ano 930. Na Espanha, a mesma devoção é conhecida como Nossa Senhora do Ó, em referência ao tempo do advento.

Da Espanha, o culto chegou a Portugal, onde se popularizou durante o período das grandes navegações. Os portugueses invocavam a Virgem da Esperança para que os protegessem dos perigos dos mares desconhecidos. Na primeira missa celebrada no Brasil, em 26 de Abril de 1500, havia sobre o altar uma imagem de Nossa Senhora da Esperança, que aompanhava a expedição de Cabral, trazida no navio por Frei Henrique de Coimbra. Esta é portanto a primeira devoção mariana da nossa pátria.

Papa Francisco ensina que “através da experiência de morte e ressurreição do seu Filho, vistas, na fé, como a expressão suprema do amor de Deus, o coração de Maria tornou-se uma fonte de paz, de consolação, de esperança, de misericórdia”. Da Sexta-feira da Paixão até o Domingo da Ressurreição, Nossa Senhora não perdeu a esperança: “nós a contemplamos como Mãe das dores, mas, ao mesmo tempo, Mãe cheia de esperança. Ela, a Mãe de todos os discípulos, a Mãe da Igreja, é Mãe de esperança.

 

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